Antes de falar sobre o livro tenho que confessar: eu julguei esse livro pela capa. Sei que não deve fazer isso, mas é mais forte que eu. E quando não conheço o autor, não li nenhuma indicação ou resenha do livro, a capa acaba sendo um dos requisitos para compra. Não leve a mal, mas o livro é um produto, uma capa que agrade é requisito para compra sim. Aí você me pergunta, se não gostou da capa, porque comprou, então? Bem, não gostei da capa, mas a sinopse (essa aí de cima) e o preço, foi o me fez leva-lo para casa.
E não me arrependo, o livro é maravilhoso.
A história é contada sob o ponto de vista dos dois personagens principais, a Jeane e o Michael.
E o que me encantou na Jeane foi sua compreensão sobre si mesma, ela não tem peninha de si mesma. Ela sabe o que é e não tem vergonha disso, muito menos medo de usar palavras como, robusta e atarracada para se descrever.
E uma das dois coisas que me emocionou no livro foi a relação que Jeane tem com a sua família, uma relação estranha, mas real.
― Olhe, Michael, eu sei que temos essa coisa toda de brigar e de irritar um ao outro, mas realmente não estou com vontade agora ― disse Jeane. ― "As famílias felizes são todas iguais, as famílias infelizes são infelizes cada uma à sua própria maneira", e eu venho da família mais infeliz de todos os tempos.
"Seja uma pessoa grandiosa", meu pai sempre dizia, "mesmo quando alguém tentar fazê-lo parecer pequeno". Eu podia fazer isso. Ou podia, pelo menos, tentar.O livro não é só um romance, a autora quer mostrar as coisas boas e ruim de dois lados. O lado de quem é verdadeiro consigo mesmo (Jeane) e o lado de quem acredita ser verdadeiro consigo mesmo (Michael). Lendo o livro percebi que aquele lado que você gostaria de estar, o lado dos populares, o lado das pessoas que usam roupas de grifes, não é um lado tão interessante assim, que o melhor que podemos fazer e ser o que somos. Simples assim. Não tem problema nenhum você usar uma roupa de marca e tal, mas você tem que ser consciente sobre isso, saber de onde vem essa vontade de ter aquilo. E que respostas como "todo mundo tem", "todo mundo faz" não é uma boa resposta.
Obs: Esse post foi editado, se quiser saber qual postagem ficou pior, segue o link
http://www.bananablog.com.br/p/ola-meu-nome-e-carina-e-eu-julgo-um.html
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